USP, Unicamp, Unesp, Unifesp, UFSCar e UFABC participaram do 3º Encontro da Comunidade Métricas, dedicado a dois temas que tendem a andar juntos: como avaliar o impacto social das universidades públicas e como incorporar a inteligência artificial nesse processo.
Medir impacto social é mais complexo do que contar publicações ou registrar a quantidade de pesquisas produzidas. A discussão envolve encontrar maneiras de observar como o conhecimento gerado pelas instituições se relaciona com os desafios da sociedade — sem reduzir essa contribuição a um único indicador.
A presença da inteligência artificial acrescenta uma camada de dificuldade. A tecnologia pode fazer parte das atividades e dos métodos usados pelas universidades, mas também exige critérios para que seus resultados sejam analisados com cuidado. O briefing não informa quais métricas ou ferramentas foram definidas no encontro, e essa ausência é relevante: discutir o tema não equivale a anunciar uma solução pronta.
Para quem está fora da área acadêmica, o assunto importa porque universidades públicas produzem conhecimento, formam profissionais e participam de iniciativas que afetam a vida cotidiana. A forma como seu trabalho é avaliado pode influenciar prioridades institucionais no período de 2026 a 2030.
O debate, portanto, não é apenas administrativo. É uma tentativa de responder a uma pergunta difícil: como demonstrar a utilidade pública da ciência e da educação superior sem transformar realidades complexas em números fáceis de comparar?
Fontes consultadas
- Universidades públicas paulistas debatem métricas de impacto social e uso da inteligência artificial
Léo Fontenele é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Léo Fontenele.
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