Wednesday, 28 October 2026
Economia

Imposto Seletivo: o que a nova cobrança pode mudar no consumo a partir de 2027

O governo federal deve enviar ao Congresso, nos próximos dias, uma medida provisória para estabelecer as alíquotas do Imposto Seletivo, previsto para começar a ser cobrado em 2027. O tributo foi aprovado junto com a reforma tributária e terá como justificativa desestimular o consumo de produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

Na prática, a alíquota é o percentual usado para calcular quanto será pago de imposto. Como os percentuais ainda serão definidos na medida provisória, não é possível saber, a partir das informações disponíveis, o impacto exato no preço de cada item. A cobrança, porém, pode chegar ao consumidor por meio dos preços de produtos e serviços alcançados pelo tributo.

O chamado “Imposto do Pecado” poderá incidir sobre cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes e alguns tipos de veículos. Também estão incluídas a extração de bens minerais, loterias, apostas e jogos. A lista mostra que o alcance não se limita a itens comprados regularmente no supermercado: envolve ainda atividades de entretenimento, transporte e setores produtivos.

Para quem consome esses bens ou serviços, o efeito no bolso dependerá das alíquotas que serão estabelecidas e de quanto do imposto será repassado nos preços. Para as empresas, a definição das regras será relevante para calcular custos, preços e decisões de produção ou oferta.

O principal ponto a observar agora é o conteúdo da medida provisória. Além das alíquotas, será necessário acompanhar como o governo detalhará a aplicação do tributo e como o Congresso tratará a proposta. A cobrança está prevista para 2027, mas seus efeitos econômicos dependerão das regras que ainda serão apresentadas.

Fontes consultadas

Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Rubens Studart.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

Rubens Studart

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