A Polícia Federal registrou 86 casos relacionados a possíveis crimes eleitorais no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25). O balanço divulgado na segunda-feira (26) informa ainda a instauração de 13 inquéritos policiais e a lavratura de 64 termos circunstanciados de ocorrência.
Também permaneciam em análise seis situações de flagrante. Esses registros correspondem a ocorrências que ainda passam por apuração e, por si só, não estabelecem responsabilidade criminal nem alteram o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral.
Entre as frentes abertas está a investigação sobre a circulação de ônibus em partes de Sergipe, São Paulo, Bahia, Alagoas e Piauí. A PF pretende verificar as circunstâncias da redução das frotas e se o problema impediu ou dificultou o voto de eleitores. O artigo 297 do Código Eleitoral prevê punição para quem impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio.
Outra apuração foi determinada no Supremo Tribunal Federal. O ministro Flávio Dino ordenou que a PF abra inquérito para investigar possível interferência estrangeira no processo eleitoral, especialmente por meio de financiamento oculto de campanha política.
A decisão de Dino ocorreu após provocação do PT em uma arguição de descumprimento de preceito fundamental aberta pelo Instituto Brasileiro de Mineração. A partir dessas medidas, a etapa posterior à votação passa a envolver tanto a análise de ocorrências registradas no dia do pleito quanto a investigação de eventuais ações coordenadas que possam ter afetado o processo.
Fontes consultadas
- PF registrou 86 casos de possíveis crimes eleitorais no 2º turno
- PF investiga se problemas na circulação de ônibus prejudicaram eleitor
- Dino manda PF apurar interferência externa no processo eleitoral
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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