A realização do primeiro turno, marcado para domingo (4), mobiliza uma estrutura que vai além da abertura das urnas. A Polícia Rodoviária Federal (PRF), os tribunais regionais eleitorais (TREs), as forças de segurança e outras instituições públicas atuarão em conjunto para preservar o deslocamento dos eleitores e a segurança nos locais de votação.
Segundo a PRF, foi criada uma comissão de eleição para planejar a atuação em cada região, considerando as características locais. A corporação afirma que o trabalho busca evitar imprevistos no trajeto dos eleitores e manter as condições necessárias para o comparecimento às urnas.
As ocorrências criminais relacionadas ao processo eleitoral serão monitoradas pelo Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), instalado na sede da Polícia Federal. A PF também informou que manterá atuação em todo o país durante as eleições e orientará os cidadãos sobre como comunicar possíveis crimes eleitorais.
A fiscalização conta ainda com o aplicativo Pardal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que recebe denúncias de propaganda irregular e outras ocorrências. Até o momento, foram registradas 51.395 notificações. Entre as situações que podem ser comunicadas estão propaganda eleitoral antecipada, compra de votos, uso da máquina pública, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação.
O desenho combina prevenção, resposta operacional e recebimento de denúncias. Na prática, a segurança do deslocamento e o acompanhamento das ocorrências ficam distribuídos entre instituições com funções diferentes, enquanto os eleitores dispõem de um canal específico para informar possíveis irregularidades à Justiça Eleitoral.
Fontes consultadas
- PRF, TREs e forças de segurança atuarão em conjunto nas eleições
- TSE: denúncias eleitorais pode ser feitas pelo aplicativo Pardal
- Polícia Federal atua no combate a crimes eleitorais durante as eleições
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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