O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 64,3 milhões para ações de segurança alimentar e atendimento a comunidades afetadas pelo El Niño. A medida envolve o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e o Ministério dos Povos Indígenas.
Do total, R$ 40,26 milhões serão destinados à compra e à distribuição de alimentos produzidos pela agricultura familiar. A previsão é atender cerca de 4 mil famílias agricultoras, especialmente aquelas cuja produção foi prejudicada pelos efeitos climáticos.
O mecanismo tem dois efeitos imediatos. De um lado, direciona alimentos a famílias em situação de insegurança alimentar. De outro, cria uma fonte de demanda para agricultores que perderam parte da produção ou enfrentam dificuldades para comercializá-la depois dos eventos associados ao El Niño.
A medida também mostra como um fenômeno climático pode alcançar a economia cotidiana. Quando a produção agrícola é afetada, a renda de quem trabalha no campo fica sob pressão e o abastecimento de alimentos pode exigir respostas emergenciais. A compra pelo poder público procura reduzir parte desse impacto, embora o briefing não informe por quanto tempo os recursos serão suficientes nem a extensão total das perdas.
O crédito foi autorizado por medida provisória assinada pelo presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin. A execução do programa será o ponto a observar: será necessário acompanhar quantas famílias agricultoras serão atendidas, como os alimentos serão distribuídos e se novas medidas serão necessárias diante da continuidade dos efeitos climáticos.
Fontes consultadas
- Segurança alimentar e povos indígenas têm R$ 64,3 milhões em crédito
- Afetados pelo El Niño terão crédito extraordinário de R$ 64 milhões
- Temporais no RS deixam mais de 700 pessoas desabrigadas
Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Rubens Studart.
Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

