O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) decidiu bloquear até R$ 2,7 bilhões em contas e bens de cinco ex-dirigentes do Banco Regional de Brasília (BRB). A decisão foi tomada por unanimidade, em sessão fechada, na quarta-feira (23).
O BRB é uma instituição pública controlada pelo governo do Distrito Federal. O bloqueio está relacionado à crise provocada por negócios realizados pelo banco com o Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado por indícios de gestão fraudulenta.
Na prática, a medida restringe a movimentação de patrimônio e recursos dos ex-dirigentes alcançados pela decisão, até o limite estabelecido pelo tribunal. O valor bloqueado é uma referência para a atuação do controle externo sobre os possíveis efeitos financeiros das operações analisadas.
O caso ocorre em meio a outras medidas envolvendo o Banco Master. Nesta quarta-feira, o Conselho Nacional de Justiça determinou o cancelamento de precatórios de usinas do setor sucroalcooleiro negociados com a instituição, em títulos avaliados em R$ 4,7 bilhões.
As decisões do TCDF e do CNJ tratam de frentes distintas: a primeira alcança ex-dirigentes do BRB e seus bens; a segunda envolve precatórios e decisões judiciais relacionadas a créditos contra a União. O conjunto dos movimentos amplia a apuração institucional sobre negócios e ativos ligados ao Banco Master.
Fontes consultadas
- Caso Master: TCDF bloqueia até R$ 2,7 bi de ex-dirigentes do BRB
- CNJ cancela R$ 4,7 bilhões em precatórios ligados ao Master
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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