Wednesday, 28 October 2026
Economia

Dólar perto de R$ 5,17 aumenta pressão sobre preços e custos no Brasil

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (23) a R$ 5,169, em alta de 1,27%, enquanto o Ibovespa recuou quase 1% e voltou a ficar abaixo dos 186 mil pontos. A valorização ocorreu em um dia de maior procura pela moeda estadunidense no exterior, com juros dos títulos públicos dos Estados Unidos em alta, bolsas internacionais em baixa e tensões no Oriente Médio.

Para quem vive no Brasil, a principal consequência de uma alta do dólar é o encarecimento, em reais, de produtos e insumos comprados no exterior. O efeito pode aparecer nos custos de empresas e, dependendo da intensidade e da duração do movimento, ser repassado aos preços. Isso não significa uma alta automática de todos os produtos, mas aumenta a pressão sobre a inflação.

O petróleo, que subiu quase 3% e voltou a se aproximar de US$ 100, reforça esse canal de transmissão. Combustíveis têm impacto direto no orçamento de motoristas e empresas de transporte e também podem influenciar o custo de outras mercadorias. Por isso, dólar e petróleo em alta formam uma combinação que merece atenção, ainda que o preço final dependa de decisões das empresas e das condições do mercado brasileiro.

O cenário eleitoral brasileiro também pesou sobre os negócios. Em momentos de maior incerteza, investidores podem reduzir posições em ativos considerados mais arriscados e buscar a moeda estadunidense, o que contribui para sua valorização. A queda da bolsa indica que o movimento não ficou restrito ao câmbio, mas atingiu também ações negociadas no país.

O ponto a observar adiante é se a alta será apenas um movimento de um dia ou se persistirá. A trajetória dos juros dos Estados Unidos, as tensões no Oriente Médio, o comportamento do petróleo e as notícias eleitorais podem continuar influenciando o câmbio. Para as famílias, o sinal de alerta está na combinação entre a cotação do dólar e a eventual transferência desses custos para os preços.

Fontes consultadas

Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Rubens Studart.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

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Rubens Studart é a assinatura das colunas de economia do oPulso. Não é uma pessoa: os textos são produzidos por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria editorial da redação, e nenhum deles tem autoria humana.

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