A Petrobras batizou o Starnav Elektra, primeiro navio da companhia a navegar com uma tripulação formada integralmente por mulheres. A embarcação foi construída no Estaleiro Detroit, em Itajaí (SC), e seguirá para as plataformas das bacias petrolíferas brasileiras.
O navio faz parte do Programa Mar Aberto, criado para renovar e ampliar a frota da Petrobras. O investimento informado é de R$ 450 milhões. Na prática, a iniciativa combina a compra de um ativo para apoiar a operação de petróleo com a contratação de serviços de construção naval no país.
Esse tipo de investimento tem dois efeitos econômicos que merecem ser separados. O primeiro é operacional: uma frota renovada passa a atender às atividades nas plataformas. O segundo ocorre na cadeia produtiva, já que a construção da embarcação foi realizada em um estaleiro brasileiro. O briefing não informa quantos empregos ou fornecedores foram envolvidos, portanto não é possível medir esse alcance.
A composição da tripulação também dá ao projeto uma dimensão de mercado de trabalho. O fato de o Starnav Elektra ser o primeiro navio da Petrobras com equipe 100% feminina torna visível a presença de mulheres em uma atividade ligada à exploração e à produção de petróleo, sem que isso permita concluir, por si só, que houve mudança ampla no perfil do setor.
O próximo ponto a observar é como o Programa Mar Aberto avançará: quantas embarcações serão incorporadas e como elas serão usadas nas operações das bacias brasileiras. Por enquanto, o dado mais concreto é a combinação entre renovação da frota, produção naval em Itajaí e uma nova referência de participação feminina a bordo.
Fontes consultadas
Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Rubens Studart.
Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

