A Polícia Civil do Distrito Federal e as polícias civis de São Paulo, Goiás, Paraná, Ceará e Rio Grande do Norte deflagraram nesta quinta-feira (5) a Operação Azzardo. A ação mira uma rede de bets ilegais que, segundo as investigações, movimentou cerca de R$ 734 milhões.
Ao todo, a operação mobiliza aproximadamente 200 policiais e cumpre 52 mandados de busca e apreensão. As medidas foram realizadas em diferentes estados, o que indica uma investigação conduzida de forma integrada pelas forças de segurança estaduais.
O foco, neste momento, é a coleta de elementos para esclarecer o funcionamento da rede e a origem e a destinação dos recursos movimentados. A existência dos mandados e da investigação não equivale, por si só, à comprovação de responsabilidade criminal dos alvos.
A operação ocorre em um cenário de intensificação das ações contra plataformas de apostas que funcionam fora das regras estabelecidas. Em audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou que o governo identificou uma proximidade entre o setor de bets e o crime organizado.
Fontes consultadas
- Operação mira rede ilegal de bets que movimentou R$ 734 milhões
- Ministro aponta ligação entre bets e crime organizado
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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