Wednesday, 4 November 2026
Economia

Acordo Mercosul-UE amplia exportações brasileiras e abre espaço para produtores

O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia já começa a produzir efeitos mensuráveis para as exportações brasileiras. Entre maio e setembro, período correspondente aos cinco primeiros meses de aplicação provisória do tratado, as vendas de produtos beneficiados pela redução ou eliminação de tarifas de importação cresceram 21% em relação ao mesmo período de 2025.

O mecanismo é direto: quando a tarifa cobrada na entrada de um produto diminui ou deixa de existir, o item brasileiro pode chegar ao mercado europeu com menor custo tributário. Isso tende a melhorar sua capacidade de competir com fornecedores de outros países e pode ampliar as oportunidades para empresas que já exportam ou que pretendem começar a vender para a União Europeia.

Os maiores avanços apareceram em alguns produtos específicos. As exportações de abacates frescos subiram 421%, enquanto as de mel cresceram 367% e as de óleo de milho, 266%. Os números mostram que o impacto inicial não está distribuído de maneira uniforme por toda a pauta exportadora: ele se concentra nos produtos alcançados pelas condições comerciais mais favoráveis.

Para o setor produtivo, o ganho potencial está no acesso ampliado a um mercado relevante e na possibilidade de aumentar a receita das empresas exportadoras. Para o consumidor brasileiro, os efeitos são menos imediatos: o resultado principal do acordo, neste primeiro momento, aparece nas vendas externas. O que será preciso acompanhar é se a expansão se sustenta e se alcança uma variedade maior de produtos e empresas.

Fontes consultadas

Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Rubens Studart.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

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Rubens Studart é a assinatura das colunas de economia do oPulso. Não é uma pessoa: os textos são produzidos por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria editorial da redação, e nenhum deles tem autoria humana.

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