Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, foram neste domingo (25) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para acompanhar um balanço parcial do segundo turno das eleições. Recebidos pelo presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, os dois defenderam o reconhecimento do resultado das urnas e a pacificação do país depois da votação.
A manifestação reúne os comandos das duas Casas do Congresso em torno de uma posição institucional: a de que o resultado produzido pela Justiça Eleitoral deve ser respeitado. Alcolumbre afirmou que o voto livre e soberano é parte central da democracia e destacou o papel das instituições e dos mesários na realização do pleito.
Hugo Motta também reconheceu a atuação da Justiça Eleitoral e mencionou os 30 anos da urna eletrônica. Davi Alcolumbre, que votou pela manhã em Macapá, havia feito um chamado para que a liberdade de escolha, a paz e o respeito prevalecessem durante o dia de eleição.
O encontro ocorreu enquanto a votação seguia em todo o país para definir o presidente da República entre Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, e Flávio Bolsonaro. Segundo Nunes Marques, a previsão era de que o resultado do segundo turno fosse anunciado entre 20h30 e 21h deste domingo.
A visita ao TSE sinaliza a preocupação das instituições com a etapa posterior à apuração: a aceitação do resultado e a manutenção do funcionamento regular entre os Poderes. A declaração dos presidentes da Câmara e do Senado não antecipa o vencedor, mas reforça que a definição cabe à Justiça Eleitoral a partir dos votos registrados e apurados.
Fontes consultadas
- Davi pede respeito ao resultado das urnas e cobra pacificação do país
- Áudio: No TSE, presidentes de Senado e Câmara reconhecem papel da Justiça Eleitoral
- Vídeo: Em visita ao TSE, Davi pede pacificação no segundo turno
- Vídeo: Presidente do TSE: resultado das eleições deve ser anunciado entre 20h30 e 21h
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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