Os eleitores brasileiros escolherão neste domingo (25), no segundo turno, entre dois programas de governo que apresentam visões diferentes sobre o tamanho e a atuação da máquina pública. O debate envolve a condução de empresas estatais, a administração federal e a participação do Estado na economia.
O programa de Flávio Bolsonaro propõe a retomada de privatizações e inclui temas como a venda de ativos e a extinção de empresas estatais. A proposta também aborda a reforma administrativa, mas o briefing não detalha quais órgãos ou estruturas seriam atingidos.
O programa de Luiz Inácio Lula da Silva, por outro lado, defende o fortalecimento das empresas estatais. A diferença entre as duas plataformas está, portanto, na direção atribuída ao Estado: a campanha de Flávio apresenta medidas de redução da presença estatal em determinadas áreas, enquanto Lula sustenta a manutenção e o reforço dessas empresas.
Privatizações e venda de ativos dependem de decisões administrativas e legislativas conforme o bem ou a empresa envolvidos. Já mudanças na estrutura do serviço público e na organização da administração podem exigir alterações legais, o que coloca o Congresso Nacional entre as instituições relevantes para a execução de parte dessas propostas.
A escolha presidencial definirá qual dessas orientações será levada ao governo federal. O resultado também indicará a agenda política a ser apresentada ao Congresso para temas como empresas estatais, privatizações e reforma administrativa.
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Fonte: Helena Braga.
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