As agressões políticas motivadas por gênero registradas pelo Tribunal Superior Eleitoral aumentaram 11 vezes entre 2022 e 2026. O número de processos passou de 15 para 177, segundo dados divulgados no mês em que se realiza o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher.
Os registros reúnem casos de ataques dirigidos a mulheres no contexto político-eleitoral. Organizações sociais e fontes governamentais também identificaram aumento dessas agressões neste mês, mas o briefing não detalha quantos episódios correspondem a cada tipo de ataque nem informa o estágio dos processos no tribunal.
A data lembrada neste sábado (10) remete a um ato realizado em 1980, quando mulheres se reuniram nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo para contestar o aumento dos crimes de gênero no país. A mobilização tornou-se referência no debate público sobre violência contra as mulheres.
O tema ganhou novo exemplo após o primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (4). A deputada federal eleita Ana Elisa, do PT, relatou ter recebido ameaças de morte e estupro nas redes sociais e afirmou temer pela própria vida. Segundo ela, os ataques já existiam, mas se intensificaram depois da disseminação de notícias falsas.
Em resposta, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania solicitou providências para que a parlamentar fosse protegida pelo Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais. O episódio mostra que, além da disputa eleitoral e dos processos na Justiça Eleitoral, a violência política de gênero envolve medidas de proteção e segurança para as pessoas ameaçadas.
Fontes consultadas
- Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher
- Após ameaças de morte, deputada eleita Ana Elisa receberá proteção
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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