Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro, cerca de 158,7 milhões de eleitores deverão escolher presidente, governadores, dois senadores por estado e deputados federais, estaduais ou distritais. A proximidade da votação exige atenção não apenas às regras de campanha, mas também à situação jurídica das candidaturas.
Segundo a Justiça Eleitoral, o voto pode ser anulado quando o candidato teve o registro indeferido, cancelado ou cassado. Isso pode ocorrer mesmo que o nome ainda esteja disponível na urna eletrônica. Por isso, a orientação é verificar previamente a situação do candidato antes de confirmar o voto.
Na disputa pelo Senado, o eleitor deverá escolher dois nomes diferentes. A renovação prevista para este ano alcança 54 das 81 cadeiras da Casa. A escolha de apenas um candidato ou a repetição do mesmo nome pode resultar em voto anulado para o cargo.
O eleitor também pode levar para a cabine uma anotação em papel com os nomes e números dos candidatos. A chamada “colinha” serve para consulta durante a votação e pode ajudar a evitar erros na sequência de escolhas.
As restrições não se limitam ao interior da seção eleitoral. Pelo menos 12 estados terão limitações à venda de bebidas alcoólicas no primeiro turno: em sete, a medida valerá em todo o território; nos demais, será aplicada apenas em determinadas zonas eleitorais, conforme decisões locais. Regras sobre comícios, debates, propaganda, impulsionamento na internet e atos de rua também têm prazos próprios nos últimos dias antes da eleição.
Fontes consultadas
- Voto em candidato irregular pode ser anulado, mesmo com nome na urna
- Eleições 2026: saiba o que pode e o que não pode no dia da votação
- Confira o que pode e o que não pode até o dia da votação
- Vídeo: Eleições: Senado tem 54 vagas em disputa neste ano
- Lei Seca: confira onde haverá restrição a bebidas nas eleições 2026
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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