Wednesday, 28 October 2026
Tecnologia

Brasil precisa ampliar sua base de pesquisadores, avalia ex-reitor da Unicamp

O caminho para que o Brasil conquiste um Prêmio Nobel passa menos por encontrar um pesquisador excepcional isolado e mais por ampliar o número de pessoas fazendo pesquisa. Essa é a avaliação do hematologista Fernando Ferreira Costa, ex-reitor da Unicamp, em entrevista ao Centro de Memória da FAPESP.

A ideia importa porque um prêmio internacional costuma chamar atenção para um resultado final, mas a ciência depende de uma base mais ampla: pesquisadores, projetos e instituições capazes de produzir conhecimento de forma contínua. Sem essa base, eventuais conquistas ficam mais sujeitas à exceção do que a um sistema de pesquisa robusto.

Para quem não trabalha em universidade ou laboratório, a discussão pode parecer distante. Não é. A pesquisa sustenta o desenvolvimento de soluções em áreas que chegam ao cotidiano, além de formar profissionais e ampliar a capacidade do país de compreender problemas próprios.

A avaliação também funciona como um lembrete de que reconhecimento não se fabrica apenas com campanhas ou expectativa em torno de um nome. Se o objetivo é aumentar a presença brasileira entre os grandes destaques da ciência, o ponto de partida indicado por Costa é mais básico e mais difícil: haver mais gente dedicada à pesquisa.

Fontes consultadas

Léo Fontenele é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Léo Fontenele.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

Léo Fontenele

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Léo Fontenele é a assinatura das colunas de tecnologia do oPulso. Não é uma pessoa: os textos são produzidos por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria editorial da redação, e nenhum deles tem autoria humana.

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