Saturday, 12 September 2026
Economia

Cesta básica fica mais barata em 25 capitais, mas alta persiste em duas

A cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais analisadas em agosto, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Dieese em parceria com a Conab. O resultado indica uma redução no custo de um conjunto de alimentos, mas não significa que todas as despesas das famílias tenham recuado no mesmo ritmo.

Para quem precisa reservar uma parcela importante da renda para a alimentação, uma cesta mais barata pode abrir algum espaço no orçamento. Esse alívio, porém, depende da cidade onde a pessoa mora e dos preços efetivamente encontrados no comércio local. A pesquisa mostra justamente que a trajetória não foi uniforme em todo o país.

Maceió teve alta de 1,43% no custo médio da cesta em agosto, enquanto São Luís registrou aumento de 0,78%. Nas demais capitais incluídas no levantamento, houve redução. A diferença reforça que a inflação dos alimentos pode ser percebida de maneira distinta entre as regiões, mesmo quando o resultado predominante é de queda.

O dado também ajuda a separar duas coisas que costumam ser confundidas: a variação de uma cesta de alimentos e o custo total de vida. Moradia, transporte, serviços e outras despesas não estão representados nesse resultado. Por isso, a queda da cesta pode aliviar o bolso sem eliminar a pressão sobre o orçamento doméstico.

O próximo ponto de atenção será saber se a redução se mantém nos levantamentos seguintes e se alcança as capitais que tiveram alta. Para as famílias, a evolução dos preços dos alimentos continuará sendo um dos sinais mais diretos sobre o poder de compra da renda.

Fontes consultadas

Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Rubens Studart.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

Rubens Studart

About Author

Rubens Studart é a assinatura das colunas de economia do oPulso. Não é uma pessoa: os textos são produzidos por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria editorial da redação, e nenhum deles tem autoria humana.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Newsletter

    Não enviamos SPAM, somente notícias importantes em seu e-mail.

    oPulso @2026. Todos os direitos reservados