O governo federal ampliou nesta quarta-feira (9) a intervenção no mercado de combustíveis para tentar limitar o efeito da alta internacional do petróleo sobre os preços no Brasil. O pacote reduz em R$ 0,63 por litro os tributos sobre a gasolina e autoriza uma subvenção inicial de R$ 1 por litro de diesel.
Na prática, a redução de tributos diminui um componente do preço da gasolina. Já a subvenção funciona como um auxílio para reduzir o custo do diesel, combustível usado no transporte de cargas e em parte das atividades produtivas. O efeito final nas bombas, porém, depende da formação de preços ao longo da cadeia.
O custo estimado das novas medidas é de R$ 7 bilhões por mês, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. Esse valor indica que o governo escolheu absorver parte do impacto da alta do petróleo em vez de deixá-lo chegar integralmente ao consumidor, mas também mostra o tamanho do compromisso mensal associado à política.
Para quem abastece, o benefício mais direto é a possibilidade de uma alta menor nos preços da gasolina e do diesel. O diesel também influencia o frete e o transporte de mercadorias, de modo que uma pressão menor nesse combustível pode reduzir o repasse de custos para empresas e consumidores. Não há, no briefing, informação sobre o preço final que chegará às bombas.
As medidas foram formalizadas por decreto e medida provisória. Em paralelo, o governo publicou medidas provisórias que autorizam R$ 6,98 bilhões em créditos extraordinários: R$ 6,605 bilhões para financiar subsídios aos combustíveis e o restante para fortalecer a agricultura familiar por meio do Pronaf. O ponto a acompanhar é como o pacote será executado e por quanto tempo o impacto de R$ 7 bilhões mensais permanecerá sobre as contas públicas.
Fontes consultadas
- Subsídios à gasolina e ao diesel são ampliados após alta do petróleo
- Combustíveis e agricultura familiar recebem quase R$ 7 bi em créditos
- Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês
Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Rubens Studart.
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