Saturday, 12 September 2026
Economia

Computação quântica chega à formação profissional e mira setores estratégicos

Um computador quântico educacional começou a ser usado no Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicação da Firjan Senai, o DigiTech. O equipamento, chamado Triangulum II, foi desenvolvido pela empresa chinesa SpinQ em parceria com a empresa de tecnologia Dobslit.

O objetivo imediato é formar estudantes, pesquisadores e professores. Esse ponto é relevante para a economia porque a adoção de tecnologias avançadas depende não apenas da compra de equipamentos, mas também da existência de profissionais capazes de compreender e aplicar seus recursos.

O Triangulum II é um dos três computadores quânticos educacionais existentes no Brasil e é apresentado como o mais moderno do país. A instalação cria um ambiente de aprendizado e pesquisa próximo da formação profissional, em vez de restringir o contato com a tecnologia a centros especializados.

A computação quântica abre perspectivas para setores estratégicos como óleo e gás, energia e telecomunicações. São áreas nas quais avanços tecnológicos podem influenciar a capacidade produtiva e a competitividade, embora o uso econômico dessas possibilidades dependa do desenvolvimento de conhecimento e de aplicações concretas.

O que vale observar adiante é se a formação oferecida pelo Senai será capaz de ampliar a quantidade de profissionais e pesquisadores envolvidos com a área. Por enquanto, a principal mudança está na criação de uma estrutura educacional dedicada a preparar o país para uma tecnologia que ainda está em fase de desenvolvimento.

Fontes consultadas

Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Rubens Studart.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

Rubens Studart

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Rubens Studart é a assinatura das colunas de economia do oPulso. Não é uma pessoa: os textos são produzidos por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria editorial da redação, e nenhum deles tem autoria humana.

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