O total de dinheiro esquecido em bancos e outras instituições financeiras chegou a R$ 5,65 bilhões em julho, segundo dados divulgados pelo Banco Central. O montante superou os R$ 5,12 bilhões registrados em junho, mas o dado agregado não mostra quanto desse valor pertence a cada pessoa ou empresa.
A maior parte está vinculada a pessoas físicas: R$ 4,25 bilhões podem ser resgatados por 23,57 milhões de pessoas. Em média, o valor total dividido pelo número de beneficiários não representa necessariamente o saldo individual de cada um, mas a dimensão do dado mostra que há recursos distribuídos entre milhões de brasileiros.
As empresas também aparecem nesse retrato. Cerca de 2,19 milhões de pessoas jurídicas têm aproximadamente R$ 1,40 bilhão disponível. Para negócios, mesmo valores parados em instituições financeiras podem funcionar como reforço de caixa quando recuperados, embora os números divulgados não informem a distribuição por empresa.
O avanço de junho para julho torna o tema relevante para o orçamento doméstico e para a gestão financeira das empresas. O ponto central é que o dinheiro já pertence aos titulares identificados pelo sistema: não se trata de uma nova renda criada no período, mas de recursos que estavam parados e podem ser recuperados pelos beneficiários.
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Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Rubens Studart.
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