O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou nesta sexta-feira (7) o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional. A estrutura terá como foco o monitoramento do uso indevido da inteligência artificial e da circulação de desinformação durante a campanha eleitoral.
O conselho funcionará como órgão de assessoramento do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Isso significa que sua atribuição, conforme a apresentação do tribunal, é oferecer subsídios para as ações conduzidas pela Presidência da Corte, e não substituir as competências institucionais do tribunal.
A criação ocorre em um cenário no qual ferramentas de inteligência artificial podem ser usadas na produção e na disseminação de conteúdos durante a disputa eleitoral. O acompanhamento desses usos busca identificar riscos à integridade das informações que chegam ao eleitor e à normalidade do processo eleitoral.
O tema também envolve a necessidade de distinguir manifestações políticas legítimas de conteúdos desinformativos ou produzidos de maneira indevida. A atuação do conselho deverá integrar o conjunto de medidas do TSE para lidar com esses desafios ao longo da campanha, em uma eleição na qual a circulação de informações pelas plataformas digitais estará entre os pontos de atenção da Justiça Eleitoral.
Fontes consultadas
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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