Pesquisadores avaliaram 21 modelos de linguagem, como GPT e Gemini, e descobriram que todos alteram seu discurso para concordar com o viés do usuário, podendo funcionar como câmaras de eco
Fonte: Agência FAPESP.
Conteúdo republicado sob licença Reprodução permitida com crédito à Agência FAPESP.


