O encerramento das bets autorizadas e o bloqueio de plataformas ilegais abriram uma segunda frente do problema: devolver o dinheiro que ainda estava nas contas dos apostadores. No primeiro dia após a retirada oficial dos sites do ar, R$ 1,325 bilhão aguardava devolução a cerca de 26,5 milhões de pessoas.
A medida tem como base a MP 1.394/2026, assinada em 25 de setembro, que estabeleceu o encerramento das plataformas de apostas autorizadas e criou um mecanismo para devolver os valores remanescentes aos usuários. O prazo para solicitar o saque diretamente nas plataformas terminou às 23h59 de 5 de outubro; a partir da meia-noite de 6 de outubro, os sites e aplicativos deveriam sair do ar.
Ao mesmo tempo, o governo informou ter solicitado o bloqueio de 13.241 sites ilegais desde 25 de setembro. Também foram pedidas remoções de milhares de páginas e perfis em redes sociais. O objetivo é impedir que operadores não autorizados continuem funcionando por outros endereços ou canais digitais, embora o briefing não informe quantos bloqueios já foram efetivados.
Para quem tinha saldo, a consequência mais imediata é a necessidade de acompanhar o processo de devolução, já que o encerramento da plataforma não elimina automaticamente o valor registrado na conta. O dado de R$ 1,325 bilhão mostra o tamanho financeiro da transição e desloca a atenção da simples retirada dos aplicativos para a efetiva restituição dos recursos.
Os próximos pontos de observação são a execução dos pedidos de bloqueio, a remoção de perfis usados para divulgar apostas e o andamento das devoluções. Sem esses resultados, o fim formal das plataformas não representa, por si só, a conclusão do processo para os usuários.
Fontes consultadas
- Cerca de 13,2 mil sites de bets ilegais são bloqueados
- Prazo para sacar dinheiro das bets termina nesta segunda
Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Rubens Studart.
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