O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) debateu nesta terça-feira (18) como enfrentar a disseminação de deepfakes durante a campanha das eleições gerais de outubro. A reunião foi convocada pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, com o objetivo de discutir a atuação do tribunal diante desse tipo de conteúdo.
O encontro ocorreu a portas fechadas e, segundo as informações divulgadas, não houve declarações oficiais ao fim da reunião. Também não foi apresentada uma decisão pública sobre procedimentos, sanções ou critérios específicos para a atuação da Justiça Eleitoral.
A discussão coloca no centro da disputa eleitoral a capacidade das instituições de responder a conteúdos produzidos ou alterados com recursos de inteligência artificial. O tema já aparece associado a episódios recentes envolvendo vídeos com uso de IA, mas o briefing não informa que tenha havido uma deliberação do TSE sobre esses casos durante a reunião.
Em paralelo, especialistas em relações internacionais, geopolítica e tecnologia da informação alertaram para o risco de ações cibernéticas dos Estados Unidos e de manipulação por meio das bigtechs com o objetivo de influenciar as eleições brasileiras. Eles relacionaram essa possibilidade à escalada de medidas do governo de Donald Trump contra o Brasil, que inclui o tarifaço de 25% e o cancelamento de vistos de autoridades brasileiras.
As avaliações dos especialistas são apresentadas como alertas sobre riscos, não como confirmação de que uma operação desse tipo esteja em curso. Cabe ao TSE definir, dentro de suas atribuições, como tratar a circulação de deepfakes na campanha e quais respostas institucionais serão adotadas, enquanto o debate sobre segurança eleitoral se amplia para além da urna e alcança o ambiente digital.
Fontes consultadas
- TSE debate combate a deepfake nas eleições
- Analistas veem risco de ação cibernética de EUA e bigtechs em eleições
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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