As eleições de 2026 terão impacto direto na composição do Senado. Estão em disputa 54 das 81 cadeiras da Casa, o equivalente a dois terços do total. A votação será realizada em 4 de outubro, e cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores.
O modelo segue o sistema de renovação alternada do Senado. Em uma eleição, são escolhidos representantes para um terço das vagas; na seguinte, para dois terços. Como o mandato de senador dura oito anos, a mudança ocorre de forma escalonada, e não de uma só vez para toda a Casa.
Segundo os dados registrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 314 pessoas concorrem às 54 vagas, uma média de 5,8 candidatos por cadeira. Entre os atuais senadores, 32 tentam a reeleição. Os demais concorrentes buscam ocupar postos que ficarão vagos ou disputarão contra titulares que não concorrem novamente.
O perfil dos candidatos ao Senado, conforme levantamento baseado nos registros do TSE, é majoritariamente formado por homens, brancos, casados, com ensino superior completo e idade de pelo menos 50 anos. O retrato descreve o conjunto das candidaturas, sem indicar o resultado da votação.
Nas eleições gerais, o TSE contabilizava 20.506 pedidos de registro de candidaturas até 17 de agosto, incluindo as disputas para presidente, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. O número representa cerca de 8,7 mil pedidos a menos que em 2022, segundo a Agência Senado.
Fontes consultadas
- Senado: 32 senadores tentam reeleição
- Quem disputa o Senado em 2026: veja perfil, partidos e distribuição pelo país
- Eleições 2026: veja os números das candidaturas oficializadas
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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