As campanhas eleitorais para a Presidência da República começam oficialmente neste domingo (16), quando candidatos e candidatas passam a estar autorizados a fazer propaganda nas ruas e na internet. As agendas de lançamento foram organizadas em diferentes regiões do país, em locais associados à trajetória política ou às bases eleitorais das candidaturas.
A partir do início da campanha, carreatas, passeatas e panfletagens podem ocorrer das 8h às 22h. Também estão liberadas a propaganda na internet e a veiculação de anúncios pagos na imprensa escrita. Essas atividades podem ser realizadas até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno.
Os comícios seguem uma regra própria: são permitidos das 8h à meia-noite e podem ocorrer até 1º de outubro. As mobilizações eleitorais também precisam respeitar distância mínima de 200 metros das sedes dos Poderes, conforme a legislação e as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O começo da propaganda ocorre depois do encerramento, no sábado (15), do prazo para registro de candidaturas. A Justiça Eleitoral havia recebido cerca de 18 mil pedidos, apresentados por partidos e federações por meio do Sistema de Candidaturas (CANDex). O registro ainda passa pelos procedimentos de análise da Justiça Eleitoral.
O perfil do eleitorado é outro elemento do cenário eleitoral deste ano. Levantamento do Instituto Nexus, com base em dados do TSE, aponta redução de 22% na quantidade de votantes de 16 a 24 anos entre 2010 e 2026. Em números absolutos, essa faixa etária passou de 24,7 milhões para 19,2 milhões de eleitores no período.
Fontes consultadas
- Campanha eleitoral nas ruas e propaganda virtual começam neste domingo
- Veja as agendas dos candidatos à presidência para este domingo (16)
- Prazo para registro de candidaturas às eleições termina neste sábado
- Com envelhecimento da população, eleitorado jovem recua 22% em 16 anos
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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