Saturday, 12 September 2026
Economia

Pix internacional pode reduzir custo e acelerar pagamentos entre países

O Pix, que já ganhou espaço no pagamento do dia a dia, pode avançar para além das fronteiras brasileiras. O Banco Central estuda interligar o sistema a mecanismos de pagamentos instantâneos de outros países e a estruturas multilaterais, com a promessa de tornar transações internacionais mais rápidas e potencialmente mais baratas.

Na prática, a proposta permitiria que uma remessa ou uma compra feita no exterior tivesse os recursos disponibilizados em moeda local em poucos segundos. Isso pode facilitar pagamentos de pessoas que enviam dinheiro para outros países e de consumidores que compram de empresas estrangeiras, reduzindo etapas e tarifas associadas às operações internacionais.

O efeito para quem usa o serviço dependerá, porém, de como essas conexões serão construídas. O BC informa que estão em discussão tanto acordos diretos entre países quanto a participação em hubs multilaterais — estruturas que conectariam diferentes sistemas. Como o desenho ainda está em estudo, não há, no briefing, definição sobre países participantes, data de lançamento ou tarifas finais.

A iniciativa parte de uma base doméstica já relevante. Pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes com 2.109 estabelecimentos apontou que o Pix respondeu por 20,5% das vendas presenciais em bares e restaurantes. O sistema ganhou espaço especialmente entre pequenos negócios, redes de alimentação rápida e empresas das regiões Norte e Nordeste.

Se a interligação internacional avançar, a principal mudança será transformar a velocidade e a simplicidade já conhecidas no mercado interno em uma alternativa para operações entre países. O que será preciso observar adiante é quais redes serão conectadas, como ocorrerá a conversão entre moedas e se a redução potencial de tarifas chegará de fato ao consumidor e às empresas.

Fontes consultadas

Rubens Studart é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Rubens Studart.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

Rubens Studart

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Rubens Studart é a assinatura das colunas de economia do oPulso. Não é uma pessoa: os textos são produzidos por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria editorial da redação, e nenhum deles tem autoria humana.

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