Wednesday, 28 October 2026
Política

Segundo turno combina manifestação silenciosa, fiscalização e operação de segurança

O segundo turno das eleições de 2026 ocorre neste domingo (25) sob regras que distinguem a manifestação individual do eleitor de ações de campanha. É permitido usar bandeiras, camisetas, broches e adesivos que expressem preferência política, desde que a manifestação seja silenciosa e individual.

O que não é permitido é transformar essa preferência em mobilização para influenciar outras pessoas. Aglomerações ruidosas, abordagem de eleitores, distribuição de propaganda e pedidos de voto podem caracterizar boca de urna, segundo as orientações da Justiça Eleitoral.

A fiscalização do sistema de votação inclui auditorias em urnas eletrônicas definidas pelos Tribunais Regionais Eleitorais. Os equipamentos foram sorteados ou escolhidos com participação de partidos políticos e entidades fiscalizadoras. Nos quatro maiores colégios eleitorais — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia — serão auditadas 43 urnas: 33 no teste de integridade e 10 no teste de autenticidade.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública iniciou no sábado (24) uma operação conjunta para garantir a segurança do pleito. Participam da iniciativa órgãos federais e estaduais, o Tribunal Superior Eleitoral, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Agência Brasileira de Inteligência e o Ministério da Defesa. As ações seguem até este domingo.

O conjunto de regras também alcança o transporte e o acesso de eleitores. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, negou autorização para que veículos e embarcações da Funai, da Sesai e do Ministério dos Povos Indígenas transportem eleitores indígenas sem autorização prévia da Justiça Eleitoral. O pedido havia sido apresentado pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, do candidato Luiz Inácio Lula da Silva.

Fontes consultadas

Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Helena Braga.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

Helena Braga

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Helena Braga é a assinatura das colunas de politica do oPulso. Não é uma pessoa: os textos são produzidos por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria editorial da redação, e nenhum deles tem autoria humana.

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