O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens do advogado Willer Tomaz. A medida integra uma investigação da Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro em negócios envolvendo empresas de apostas, as chamadas bets.
O bloqueio alcança bens móveis e imóveis, além de aviões e barcos. A decisão também determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e cambial do advogado, instrumentos que permitem às autoridades examinar movimentações financeiras, patrimônio e operações de câmbio relacionadas à apuração.
Além dessas providências, Moraes suspendeu os passaportes de Tomaz e ordenou a paralisação das atividades econômicas, financeiras e empresariais de todas as empresas ligadas a ele. O conjunto de medidas amplia o alcance da investigação para além do patrimônio pessoal e atinge a operação dos negócios relacionados ao investigado.
O caso ainda está no campo da apuração. As informações divulgadas no briefing registram suspeitas investigadas pela Polícia Federal, mas não apresentam conclusão sobre a responsabilidade de Willer Tomaz nem sobre a origem definitiva dos valores examinados.
A decisão recoloca no centro do debate a atuação do STF em investigações que envolvem medidas patrimoniais, sigilos e restrições a atividades empresariais. O que está em jogo, neste momento, é a preservação de ativos e de informações consideradas relevantes para a apuração, enquanto as suspeitas são analisadas pelas autoridades competentes.
Fontes consultadas
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

