Uma ferramenta em desenvolvimento na Universidade de São Paulo combina realidade virtual e inteligência artificial para investigar sinais de declínio cognitivo. O sistema reúne experiências imersivas, rastreamento do olhar e respostas neurológicas em uma mesma avaliação.
A ideia é usar esses diferentes tipos de informação para identificar o início de doenças neurodegenerativas. Em vez de observar apenas o desempenho em uma tarefa isolada, a ferramenta procura analisar como a pessoa reage ao ambiente virtual, para onde direciona a atenção e quais respostas neurológicas apresenta.
Para quem não é da área, a importância está na possibilidade de tornar a identificação de alterações cognitivas mais precisa e antecipada. Isso não significa que exista, neste momento, um exame pronto para uso amplo: o sistema ainda está em desenvolvimento.
A combinação de IA com realidade virtual também mostra uma mudança no tipo de dado analisado pela pesquisa médica. Além das respostas informadas pelo paciente, entram no processo comportamentos observáveis, como o movimento dos olhos, e respostas neurológicas registradas durante a experiência.
O avanço, portanto, está na integração dessas tecnologias em uma ferramenta voltada à detecção de sinais iniciais. Os resultados descritos no briefing não permitem afirmar que o sistema já diagnostica doenças, mas indicam uma linha de pesquisa que pode apoiar avaliações futuras de declínio cognitivo.
Fontes consultadas
Léo Fontenele é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Léo Fontenele.
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