O canal Exército do Lula, criado no WhatsApp para divulgar apoio ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou a funcionar na noite de quarta-feira (14). A página é administrada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
A reativação ocorreu depois que a campanha de Lula registrou o canal no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme determinação do presidente da corte, Kassio Nunes Marques. O registro foi, portanto, a condição informada para que o espaço voltasse a ficar disponível.
O episódio evidencia como a Justiça Eleitoral acompanha os canais digitais usados pelas campanhas no segundo turno. Diferentemente de uma publicação isolada em rede social, um canal de mensagens reúne conteúdos distribuídos a seus inscritos e pode se tornar uma ferramenta organizada de comunicação política.
O caso se soma a outras disputas levadas ao TSE durante a campanha. A candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) pediu a suspensão de 221 postagens atribuídas a parlamentares, artistas e entidades que apoiam Lula. Em outra decisão, o ministro Marco Aurélio Bellizze determinou a remoção de um vídeo com crianças criticando Lula, publicado por Flávio e pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
Também nesta quarta-feira, a campanha de Lula acionou o tribunal por restrições que, segundo sua versão, afetaram a entrega de postagens nas plataformas da Meta e a geração de imagens sobre o candidato. Os episódios mostram que o TSE vem sendo chamado a analisar tanto a circulação de conteúdos quanto as condições de funcionamento das ferramentas digitais utilizadas na disputa presidencial.
Fontes consultadas
- Canal Exército do Lula volta ao ar após registro no TSE
- Campanha de Flávio aciona TSE contra posts de artistas e parlamentares
- TSE ordena que Flávio e Nikolas removam vídeo de crianças contra Lula
- Campanha de Lula vai ao TSE após IA da Meta restringir buscas
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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