Redes sociais continuaram a exibir anúncios político-eleitorais e a recomendar conteúdos de candidatos no dia do primeiro turno das eleições de 2026, realizado no domingo (4), segundo levantamento do Observatório das Big Techs, do NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O estudo identificou anúncios considerados irregulares nas plataformas Meta, Kwai e Google. Também apontou recomendações de vídeos de candidatos pelo TikTok e pelo YouTube. O levantamento descreve ocorrências nas plataformas, mas não representa, por si só, uma decisão da Justiça Eleitoral sobre eventuais responsabilidades.
O episódio ocorre em um ambiente no qual as plataformas digitais são parte relevante da circulação de informações políticas. A apuração sobre condutas específicas e as providências cabíveis dependem das autoridades competentes e das regras aplicáveis ao processo eleitoral.
No Congresso, o Conselho de Comunicação Social aprovou nesta segunda-feira (5) parecer favorável ao projeto de lei que impõe obrigações especiais de concorrência e transparência às chamadas big techs. O PL 4.675/2025 tramita na Câmara dos Deputados, e o documento será encaminhado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
O conselho, porém, não tem atribuição constitucional para legislar. Assim, o parecer servirá como orientação aos parlamentares quando o projeto for analisado. O tema ainda será discutido em audiência pública do órgão marcada para 7 de dezembro, enquanto o estudo do NetLab coloca em evidência a fiscalização do comportamento das plataformas durante o período eleitoral.
Fontes consultadas
- Big techs descumprem regras eleitorais no dia da votação, diz estudo
- Conselho de Comunicação Social defende regulação de mercados digitais
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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