A bancada feminina no Congresso Nacional será a maior da história após as eleições de 2026. Na Câmara dos Deputados, 109 mulheres foram eleitas, ante 90 em 2022, um crescimento de 21% no número de parlamentares.
O avanço ocorreu em um cenário de menor oferta de candidaturas femininas. Em 2022, 3.317 mulheres concorreram ao cargo de deputada federal; em 2026, foram 2.820. A Agência Brasil informa que houve uma diminuição de 24% nesse contingente.
Os números combinam duas dimensões diferentes da disputa eleitoral: a quantidade de mulheres que entram na corrida e a proporção das que conseguem conquistar uma cadeira. A eleição ampliou a representação feminina na Câmara, embora o número de candidatas tenha caído.
A mudança ocorrerá na 58ª legislatura, que começa em 1º de fevereiro de 2027 e vai até 31 de janeiro de 2031. Nesse período, a composição eleita terá de conciliar a presença de novas parlamentares com a continuidade de deputadas que obtiveram a reeleição.
O tema também esteve no centro da agenda institucional do Senado nesta semana. A Casa promoveu o 1º Encontro Nacional de Mulheres na Liderança na Administração Pública, com o objetivo de formar uma rede de lideranças femininas nos três Poderes e reunir subsídios para políticas de equidade. O encontro não altera o resultado das urnas, mas mostra que a participação das mulheres vem sendo discutida tanto na representação parlamentar quanto na gestão pública.
Fontes consultadas
- Cresce número de mulheres eleitas para o Congresso Nacional
- Senado sedia encontro sobre liderança feminina na administração pública
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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