O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco tomou posse nesta quarta-feira (30) como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A nomeação havia sido publicada em edição extra do Diário Oficial da União na segunda-feira (28), depois de a indicação ser aprovada pelo Congresso Nacional.
Pacheco ocupa a vaga aberta com a saída de Bruno Dantas, que deixou o TCU para atuar na iniciativa privada. A posse transfere o ex-senador para uma instituição responsável pelo controle externo da administração pública federal, enquanto sua saída altera a composição da bancada de Minas Gerais no Senado.
Horas antes da posse de Pacheco no TCU, o ex-deputado federal Renzo Braz tomou posse como senador por Minas Gerais. Ele havia sido eleito em 2018 como primeiro suplente na chapa de Pacheco e passa a exercer o mandato deixado pelo titular.
Em seu discurso, Braz mencionou o legado de Pacheco nos dois períodos em que presidiu o Senado e afirmou que assume o mandato em nome de uma geração que pede reformas. Também declarou compromisso com o desenvolvimento de Minas Gerais e com o futuro do país.
A mudança reúne dois procedimentos distintos: a aprovação, pelo Congresso, da indicação de Pacheco para o TCU e a convocação do suplente para ocupar a cadeira no Senado. O episódio mostra como a saída de um parlamentar para outro órgão pode produzir, ao mesmo tempo, uma alteração na composição do Legislativo e uma nova nomeação na estrutura de controle da União.
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