A menos de oito dias do primeiro turno das eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta os eleitores a consultar antecipadamente o local de votação. A seção pode ter mudado de endereço desde a eleição anterior, e quem votará pela primeira vez precisa identificar a zona e a seção indicadas no título eleitoral.
A consulta prévia é uma providência simples, mas ajuda a evitar deslocamentos desnecessários no dia da votação. A recomendação vale também para quem já conhece o local onde votou anteriormente, justamente porque a seção eleitoral pode não permanecer no mesmo endereço.
O eleitor poderá escolher até seis candidatos no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. A votação envolve deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República. Na urna, o número de deputado federal tem quatro dígitos; o de deputado estadual, cinco; o de senador, três; e os de governador e presidente, dois.
Também é possível utilizar o e-Título para identificação perante os mesários. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente nas plataformas iOS e Android, mas a apresentação apenas do documento digital exige que ele contenha a fotografia do eleitor. Para evitar aplicativos falsos ou equivocados, o nome indicado nas lojas é “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.
Outra opção é o voto de legenda nas eleições proporcionais. Nesse caso, o eleitor digita os dois números do partido, e o voto entra no cálculo do quociente partidário que define quantas cadeiras a agremiação poderá conquistar. Para o Senado, porém, o voto deve ser dado a um candidato; em 2026, cada eleitor escolherá dois nomes.
Fontes consultadas
- Eleitor deve se antecipar na consulta a local de votação, alerta TSE
- Eleições 2026: saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação
- Saiba como baixar o e-Título para votar
- Eleições 2026: saiba o que é o voto de legenda
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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