Wednesday, 28 October 2026
Política

Programas de presidenciáveis apresentam propostas distintas para economia e segurança

Os programas de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos candidatos à Presidência apresentam visões distintas sobre economia, trabalho, segurança pública e organização do Estado. Entre os documentos divulgados estão propostas de imposto único, mudança na legislação trabalhista, aumento do salário mínimo e reforço do financiamento da saúde.

Wilson Grassi, do Partido Democrata, apresentou o plano Brasil em Primeiro Lugar, com 58 páginas, uma carta ao eleitor, 14 eixos de propostas e um cronograma para os primeiros 100 dias de eventual governo. Entre as medidas destacadas estão a criação de um imposto único e o aumento do rigor contra facções.

Romeu Zema, do Novo, propõe a saída do Brics, a eliminação de supersalários no serviço público, a redução de impostos sobre operações financeiras e a criação de um regime alternativo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O documento do candidato é dividido em 15 temas e também menciona a redução das taxas de juros.

Samara Martins, da Unidade Popular, apresenta um programa de transformação estrutural do modelo econômico e político, com o objetivo declarado de superar as desigualdades do capitalismo e construir uma sociedade socialista. Entre as propostas estão dobrar o salário mínimo e instituir uma escala de trabalho de quatro dias por três de descanso.

Na área social e trabalhista, Rui Costa Pimenta, do PCO, defende a ampliação de direitos dos trabalhadores e mais verbas para a saúde pública. O programa inclui um plano emergencial para a construção de hospitais e postos de saúde em todo o país e a contratação de profissionais por meio do programa Mais Médicos. Ronaldo Caiado, do PSD, promete um governo que classifica como transformador e reformas estruturais.

Como são documentos eleitorais, os programas indicam compromissos e prioridades dos candidatos, mas sua execução dependeria da vitória nas urnas e das etapas institucionais necessárias para cada medida. Propostas que envolvam leis, orçamento ou mudanças na Constituição, por exemplo, teriam de seguir os ritos próprios do Executivo e do Congresso Nacional.

Fontes consultadas

Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.

Fonte: Helena Braga.

Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

Helena Braga

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