O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) já indeferiu os registros de 15 candidatos nas eleições deste ano por entender que há indícios de vínculos com organizações criminosas. A maioria dos casos envolve candidaturas à Assembleia Legislativa: são 11 postulantes a deputado estadual, além de três candidatos a deputado federal e um a suplente de senador.
Oito decisões foram tomadas na sessão de segunda-feira (14). Em cinco delas, o tribunal aplicou a tese conhecida como “milícia de gravata”, que alcança organizações criminosas voltadas à prática de crimes contra a administração pública.
O caso insere a análise dos registros eleitorais no debate sobre a presença de estruturas criminosas na disputa por cargos públicos. No procedimento, a Justiça Eleitoral examina se o candidato atende às condições necessárias para ter o registro reconhecido; neste conjunto de decisões, o TRE-RJ concluiu que havia indícios de vínculos criminosos.
As decisões ocorrem durante o processo eleitoral de 2026 e atingem diferentes cargos em disputa no estado. O dado divulgado pelo tribunal não equivale, por si só, a uma condenação criminal: trata-se de decisões sobre registros de candidatura baseadas na avaliação de indícios apresentada nos processos.
Fontes consultadas
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
Conteúdo republicado sob licença Conteúdo original do oPulso.

