Organizações da sociedade civil estão tentando inserir a agroecologia e a proteção do Cerrado na agenda dos candidatos às eleições deste ano. Em São Paulo, entidades elaboraram uma carta de compromissos dirigida a concorrentes a cargos do Executivo e do Legislativo, enquanto uma campanha nacional disponibilizou outro documento para adesão de candidaturas interessadas na defesa do bioma.
A iniciativa paulista é promovida pela Articulação Paulista de Agroecologia, pelo Movimento Urbano de Agroecologia (Muda), pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pelo Coletivo Banquetaço. A chamada “Campanha Agroecologia nas Eleições em SP” afirma que a agroecologia e a democracia devem contribuir para enfrentar a fome, a sede e a destruição ambiental.
Já a campanha #VotePeloCerrado convoca candidatos a se comprometerem com a proteção do bioma e dos povos que vivem nele. Segundo as organizações envolvidas, o Cerrado abriga nascentes que alimentam oito das 12 principais bacias hidrográficas do país. As entidades também afirmam que mais de 50% da vegetação nativa foi destruída e que os rios enfrentam redução média de 27% na vazão.
As cartas funcionam como instrumentos de pressão e de posicionamento eleitoral: os candidatos podem decidir se assinam ou não os compromissos apresentados. O efeito político dependerá da adesão às propostas e da forma como os temas serão incorporados aos programas e às campanhas, sem alterar, por si só, as regras do processo eleitoral.
Fontes consultadas
- Entidades pedem apoio de candidatos em defesa da agroecologia
- Campanha convoca candidatos a defender o Cerrado nas eleições
Helena Braga é uma assinatura editorial do oPulso, não uma pessoa: esta coluna foi produzida por inteligência artificial a partir de fontes públicas, sob curadoria da redação.
Fonte: Helena Braga.
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